O Navegador
Na distancia das trevas,
O brilho, o universo conserva.
Invejoso o rio espelha, versa.
Entre espaços planos reveza.
Todo encanto que Narciso via,
Na beleza daquela hora fria,
De mãos juntas navegante bebia,
As estrelas que o céu refletia.
Tão nobre espectador da miragem,
O escuro da mata margeia,
Peleja segue rompe em viagem.
Na noite, do vel. A neblina.
Como de Eco, a conquista rima,
Em amanhecer de luz divina.
Kiko pardini
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
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