===Correto.===
|
|||
| + | Permeia a gagueira na grafia, |
||
| + | Dentre a complexa morfologia, |
||
| + | Em texto e sonetos lusofónicos, |
||
| + | Onde rompo em versos atrevidos. |
||
| + | |||
| + | Esperando a perfeita conjectura, |
||
| + | Que traga ciência e formosura, |
||
| + | Entre desta gente sem formatura, |
||
| + | Um saber travesso na fissura. |
||
| + | |||
| + | Torturo minha alma no aprender, |
||
| + | Sinônimos que espelha grandeza no empreender, |
||
| + | Das rimas clássicas que adjetiva um compreender. |
||
| + | |||
| + | Vem da trama humana esta façanha, |
||
| + | De estar junto a tantos que nos acompanha, |
||
| + | Do escrever da saudade linhas tamanhas. |
||
| + | |||
| + | Kiko Pardini --[[User:Kiko58|Kiko Pardini]] ([[User talk:Kiko58|talk]]) 05:46, 19 May 2012 (UTC) | ||
sexta-feira, 18 de maio de 2012
segunda-feira, 19 de março de 2012
Kiko Pardini: Kiko Pardini: BLOG DA DILMA: BlogsProg for Export
Kiko Pardini: Kiko Pardini: BLOG DA DILMA: BlogsProg for Export: Kiko Pardini: BLOG DA DILMA: BlogsProg for Export : BLOG DA DILMA: BlogsProg for Export : GUERRILHEIROS VIRTU@IS apresentam Andrea Shilz, ed...
I
- Conceitos de Ciência
Conforme
se viu na aula de método e de metodologia, também aqui serão seguidos a mesma
sistemática. Procurar-se-á dar a definição do conceito de Ciência adotado por alguns especialistas na área de filosofia e de
metodologia, bem como serão vistos como algumas enciclopédias e dicionários
especializados tratam do tema.
O
professor William L. Kolb é o autor
do verbete Ciência do
"Dicionário de Ciências Sociais" e assim define a questão:
"...designa hoje o estudo sistemático e objetivo dos fenômenos empíricos e
o acervo de conhecimentos daí resultante..."[1]. Relaciona assim Ciência com fenômenos empíricos verificáveis, bem como com os
conhecimentos que os cientistas adquirem a partir das suas pesquisas.
O
mesmo termo no "Dicionário de Filosofia" é assim apresentado:
"...é um conhecimento que inclua, em qualquer forma ou medida, uma
garantia da própria validade. Esta garantia pode consistir na demonstração, na
descrição e na corrijibilidade (sujeita a correções no futuro)"[2].
Também aqui há relação explícita na definição que envolve conhecimento, desde
que este possa ser demonstrado, descrito e futuramente corrigido.
O
verbete Ciência da "Enciclopédia
Larousse Cultural", é assim descrito: "...conjunto organizado de
conhecimento relativo a determinada área do saber, caracterizado por
metodologia específica... Conhecimento que se obtém através de leitura, de
estudos; instrução, erudição"[3].
O
professor Ruiz discute a questão da
seguinte forma: "...a palavra Ciência
pode ser assumida em duas acepções: em sentido
amplo, Ciência significa simplesmente conhecimento, como na expressão tomar Ciência disto ou daquilo; em sentido restrito, Ciência não significa
um conhecimento qualquer e sim um conhecimento que não só apreende ou registra
fatos, mas os demonstra pelas suas causas determinantes ou constitutivas"[4].
No
senso comum, falar em ser "científico" geralmente se quer dizer ser
"preciso, correto, objetivo". De certa forma é isso mesmo. As
características gerais do conhecimento científico, passam pelo menos pelas
seguintes aspectos: conhecimento das causas em suas origens e profundidade;
procura obter generalidade em suas conclusões; tem uma finalidade teórica e
prática; possui um objeto formal; possui um método e controle; possui exatidão
e cumpre um aspecto social (Ruiz pág.
124-6).
Ainda
aproveitando as pesquisas do professor Ruiz,
sobre o conceito de Ciência é
possível achar pelo menos as seguintes definições:
a) conhecimento certo do real pelas
suas causas;
b) conjunto orgânico e conclusões
certas e gerais metodicamente demonstradas e relacionadas com objeto
determinado;
c) atividade que se propõe demonstrar a
verdade dos fatos experimentais e suas aplicações práticas;
d) conhecimento sistemático dos
fenômenos da natureza e das leis que o regem, obtido através da investigação,
pelo raciocínio e pela experimentação intensiva;
e) estudo de problemas solúveis,
mediante método científico (ibid.
pág. 127).
Está-se
vendo que de um modo geral, as definições sobre Ciência relacionam, além de conhecimento, outros aspectos que
incluem questões metodológicas, filosóficas, técnicas variadas e alguns
mencionam o aspecto ideológico inclusive (questão das idéias).
Os
professores Barros & Lehfeld,
abordam assim a questão: "...a Ciência
é concebida por alguns estudiosos da questão como um conjunto de conhecimentos,
que se dá através da utilização adequada de métodos rigorosos, capazes de
controlar os fenômenos e fatos estudados. Fixa este conhecimento aos objetos
empíricos, utilizando a observação e a experimentação"[5].
Existem
várias concepções e correntes que definem a Ciência,
segundo ainda Barros & Lehfeld,
são eles:
a) os
positivistas - para esses a Ciência
é uma postura epistemológica (estudo crítico dos princípios, hipóteses e
resultados da Ciência) representada pela maturidade do espírito humano. Seu
grande expoente, Augusto Comte (um
dos precursores da sociologia moderna), defende que para que o homem tivesse os
seus conhecimentos, passou por três estágios básicos: o teológico; o metafísico
e o científico;
b) os
funcionalistas - a Ciência, para
estes, é uma concepção do sistema. Para eles, a Ciência deve analisar o desempenho, os papéis, as posições e as
normas de funcionamento das sociedades. Um dos seus grandes expoentes foi Emile Durkheim, também um dos fundadores
da sociologia como Ciência;
c) estruturalistas
- para esses a Ciência é um
procedimento teleológico (diz-se de argumento, conhecimento ou explicação que
relaciona um fato com a sua causa final) da historicidade e da finalidade a se
atingir;
d) dialética
- é a corrente onde a Ciência é
definida como sendo o ato de se conceber a análise do processo do fenômeno como
uma parte do processo de conhecimento, realizada a partir de uma consciência
crítica (Barros & Lehfeld págs.
61-62).
Para
finalizar esta abordagem destes autores, seu resumo final de Ciência a coloca com as seguintes
características: a) é racional; b) é objetiva; c) baseia-se em fatos; d) é
certa e provável; e) é analítica; f) exige investigação e a utilização de
métodos; g) é verificável; h) agrupa objetos da mesma espécie para o estudo e
i) é comunicável (ibidem pág. 63-64).
Segundo
o professor Ernest Nagel,
"...talvez o traço mais saliente da Ciência seja o que permite o controle
prático da natureza... Creio que a concepção da Ciência como algo que produz,
incessantemente, novos meios de dominar a natureza..."[6].
Para o professor o objetivo da Ciência
"... é 'preservar os fenômenos' -- isto é, apresentar acontecimentos e
processos como especificações de leis e teorias gerais que anunciam padrões
invariáveis de relações das coisas... A Ciência
busca tornar inteligível o mundo; e sempre que o alcança, em alguma área de
investigação, satisfaz o anseio de saber e compreender que é, talvez, o impulso
mais poderoso a levar o homem a empenhar-se em estudos metódicos" (ibidem, pág. 15).
A
Ciência não é infalível, nem seus
pressupostos ou leis estabelecidas em certos momentos históricos são imutáveis.
No entanto, "...embora sejam passíveis de correção as descobertas
científicas, o conteúdo da Ciência
não é fluxo instável de opiniões, mas, ao contrário, a Ciência pode alcançar êxito no seu propósito de fornecer explicações
dignas de confiança, bem fundadas e sistemáticas para numerosos
fenômenos..."(ibidem, pág. 18).
Os
cientistas de um modo geral não são infalíveis. Pelo contrário, são homens
comuns, com a diferença que dedicam suas vidas a estudos que possam contribuir
para melhorar a vida geral da sociedade e tentam explicar fenômenos físicos ou
sociais que a simples observação não consegue explicar. "Nenhum cientista
é infalível e todos apresentam suas peculiares deformações intelectuais e
emocionais. As deformações raramente são as mesmas; e as idéias que sobrevivem
às críticas de numerosos espíritos independentes revelam maior probabilidade de
serem legítimas do que as concepções tidas por válidas simplesmente pelo fato
de parecerem auto-evidente a um pensador isolado..." (ibidem, pág. 20).
As
profícuas conclusões do professor Nagel
são: "...a força básica, geradora da Ciência
é o desejo de obter explanações simultaneamente sistemáticas e controláveis
pela evidência factual. O fim específico da Ciência
é, portanto, a descoberta e a formulação, em termos gerais, das condições sob
as quais ocorrem os diversos tipos de acontecimento, servindo os enunciados
generalizados dessas condições determinantes como explicações dos fatos
correspondentes..." (ibidem,
pág. 23).
As
autoras Lakatos & Marconi, ambas
sociólogas, que se baseiam em Trujillo
Ferrari (ver bibliografia), definem assim a Ciência: "...uma sistematização de conhecimentos, um conjunto
de proposições logicamente correlacionadas sobre comportamento de certos
fenômenos que se deseja estudar. 'A Ciência é todo um conjunto de atitudes e
atividades racionais, dirigidas ao sistemático conhecimento com objeto
limitado, capaz de ser submetido à verificação'"[7].
Para
elas, a Ciência deve possuir:
objetividade (preocupação em distinguir a característica ou as leis gerais que
regem determinados eventos); função (aperfeiçoamento, através do crescente
acervo de conhecimentos) e objeto (material - que se quer estudar e formal - um
enfoque especial) (ibidem pág. 79).
Por
fim, o conceito de Ciência tratado
por Hilton Japiassú: "...por Ciência, no sentido atual do termo, deve
ser considerado o conjunto das aquisições intelectuais, de um lado, das
matemáticas, do outro, das disciplinas de investigação do dado natural e empírico,
fazendo ou não uso das matemáticas, mas tendendo mais ou menos à
matematização..."[8].
[1]
Editora da Fundação Getúlio Vargas & MEC, Rio de Janeiro, 1987, pág.
182-183.
[2]
ABAÑANO, Nicola, Editora Mestre Jou, São Paulo, 1970, pág. 126.
[3]
Editora Circulo do Livro, 1989, Volume 8, pág. 1.414.
[4]
RUIZ, João Álvaro, "Metodologia
Científica - Guia Para Eficiência nos Estudos", São Paulo, Editora
Atlas, pág. 123.
[5]
BARROS, Aidil Jesus Paes de & LEHFELD, Neide Aparecida de Souza, "Fundamentos de Metodologia - Um Guia
para a Iniciação Científica", São Paulo, Editora MacGraw Hill do
Brasil, 1986, pág. 60.
[6]
"Ciência: Natureza e Objetivo",
in "Filosofia da Ciência",
de autoria de Sidney Morgenbesser (Org.), São Paulo, Editora Cultrix &
Edusp, pág. 13-14.
[7]
LAKATOS, Eva Maria & MARCONI, Marina de Andrade, "Fundamentos de Metodologia Científica", São Paulo,
Editora Atlas, 1986, pág. 79.
[8]
Introdução ao Pensamento Epistemológico,
Rio de Janeiro, Editora Francisco Alves, 1975, pág. 15, in Ciência e Tecnologia - Introdução Metodológica e Crítica" de
João Francisco Régis de Morais, São Paulo, Editado pela Cortez & Moraes,
1977, pág. 30.
https://docs.google.com/file/d/1p4JeVPxdpToR-4qVjyGV5AIY2v6yiDrtTtmvFtgwfT-7Mhp3iOAH7rG9nr9o/edit
Lavoura Comunitária São Francisco de Sales
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Campos Salles
KIKO PARDINI
Revolução
Nação
Kiko Pardini
19/11/2008
“... Conjunto dos habitantes de um território obedientes ao mesmo regime ”... .
Considerando Marx e o regime comunista, com toda sua história do proletariado, lembrando ás ações de guerrilha pelo mundo, e ainda, nos entendo sabedores de resultados onde lograra êxito, e a que preço... “O partido, Outra maneira importante em que à revolução bolchevista fixou padrão em futuros golpes comunistas estava no tipo de partido político que era usado. Como é bem sabido Lênin, criou um partido que era altamente centralizador regidamente disciplinado e dirigido por uma elite de revolucionários profissionais cuidadosamente escolhidos. Durante a luta pelo poder na Rússia ( e depois em muitos outros países) os partidos comunistas organizados de acordo com esses princípios demonstram repartidamente que uma minoria bem disciplinado pode facilmente derrotar uma maioria desorganizada e dividida, A* arma organizacional * do partido comunista provou ser de importância Capital em todos as conquistas do poder...” ... Do livro, Da Anatomia da Subversão Tomo l( pg. 21) ... Thomas T. Hammond.
Considerando hoje estando vivendo um regime de democracia na República Federativa do Brasil, após a queda do Império que se deu por conta de um partido político da época.
Venho sugerir um também partido político que vejo dentro destas realidades, uma legitimidade para o povo mais, que uma opção partidária. Ou seja, a fundação do Partido Federativo da Nação, onde o povo de igual sorte coloque sua vontade nacional novamente em pratica, assim tendo anteriormente derrubado o Império e criando um regime pacificamente, novamente tome de forças para lograr êxito em um empreendimento desta natureza.
Lembrando_ Que..., “Sem intuito propriamente revolucionário renunciava toda via, a esperança do governo para melhor poder levar por adiante em alongada e perversamente propagandas as teses, francamente democráticas de seu progresso. Muito dentre eles pertencentes ao número dos que com e denominação de históricos tinham a liga progressista e agora descrentes da sinceridade das convicções de seus artigos companheiro deles se separavam para propugnar pelo estabelecimento de um regime verdadeiro e sinceramente livre. Sem preocupação de formas tradicionais como o reclamava os destinos de uma grande nação...”. (do livro Campos Salles)
Os conceitos de “objetivo e subjetivo”
Pareto começa o seu esforço designando o aspecto objetivo do subjetivo na análise dos fenônimos sociais e principalmente das ações sociais, teria de estar atento aos princípios epistemológicos que marca a proposta de divisão das ciências entre ciências da natureza e da cultura, implícita como vimos nas escolas culturais alemã em Dilthey Windelband. E Rickert. Embora não referia por Pareto em seus textos a distinção por ele entrevista, separando o objetivo do subjetivo é claramente culturalísta.
Essa distinção se apóia como hipótese guia na diferença entre os fenonimos característicos dos dois mundos conceituais- Natureza e Sociedade ao investigador de modo neutro os sociais se apresentam sob dois aspectos.
(a) Aspecto objetivo
(b) Aspecto subjetivo
O primeiro se detém na análise do fato real, como por exemplo, é possível observar objetivamente a existência transocial e trans-histótica de ritual relativo a oração de um determinado Deus transcendente ao mundo da concreção diária mas que seria co-responsável pelo fluxo de acontecer nesse mundo.
Nesses rituais, forte envolvimento psicológico entre os participantes gerando clima próprio exuberante de emoções e de comportamento específicos como genuflexão gestos lentos com as mãos curvatura etc.
Mas há outro aspecto o subjetivo que é a forma com ao a mente humana o representando para os participantes do progresso estudado como para a analistas que ele se debruça em seus esforços de pesquisa. (pg. 41)
(rodapé)
Preferimos estabelecer esta distinção separadamente a categoria geral*fenonimo* da especifica* ação*.
No primeiro caso é importante o tratamento estatístico para aferir, por exemplo, taxas de incrementos demográficos por classe social ou taxas ou tipos de crimes urbanos etc. Seria parte de um de esforço ordenado e a - valorativo, para precisar os tipos de fenonimos sociais categoria neutro, que marcam o ritmo da vida.
No segundo caso o tratamento estatístico é também importante, mas não é nem exclusivo como no primeiro caso nem relevante para captação da verdade social. “Porque teriam os, sob estudo fenonimo de significação como comportamento, valores, político, e conflitos geracionais, que implicam análise de conteúdo.” Dialética do Irracionalismo. Nelson Mello e Souza. Pareto e seu confronto com “Marx”.
Fica, portanto aqui registrada a minha vontade e porque não intenção de pertencer a um partido que tome as rédeas da Nação e fixe como legitimo regime brasileiro, em conquista pacífica como a nosso primeiro Presidente Campos Salles.
Kiko Pardini.
Revolução
Nação
Kiko Pardini
19/11/2008
“... Conjunto dos habitantes de um território obedientes ao mesmo regime ”... .
Considerando Marx e o regime comunista, com toda sua história do proletariado, lembrando ás ações de guerrilha pelo mundo, e ainda, nos entendo sabedores de resultados onde lograra êxito, e a que preço... “O partido, Outra maneira importante em que à revolução bolchevista fixou padrão em futuros golpes comunistas estava no tipo de partido político que era usado. Como é bem sabido Lênin, criou um partido que era altamente centralizador regidamente disciplinado e dirigido por uma elite de revolucionários profissionais cuidadosamente escolhidos. Durante a luta pelo poder na Rússia ( e depois em muitos outros países) os partidos comunistas organizados de acordo com esses princípios demonstram repartidamente que uma minoria bem disciplinado pode facilmente derrotar uma maioria desorganizada e dividida, A* arma organizacional * do partido comunista provou ser de importância Capital em todos as conquistas do poder...” ... Do livro, Da Anatomia da Subversão Tomo l( pg. 21) ... Thomas T. Hammond.
Considerando hoje estando vivendo um regime de democracia na República Federativa do Brasil, após a queda do Império que se deu por conta de um partido político da época.
Venho sugerir um também partido político que vejo dentro destas realidades, uma legitimidade para o povo mais, que uma opção partidária. Ou seja, a fundação do Partido Federativo da Nação, onde o povo de igual sorte coloque sua vontade nacional novamente em pratica, assim tendo anteriormente derrubado o Império e criando um regime pacificamente, novamente tome de forças para lograr êxito em um empreendimento desta natureza.
Lembrando_ Que..., “Sem intuito propriamente revolucionário renunciava toda via, a esperança do governo para melhor poder levar por adiante em alongada e perversamente propagandas as teses, francamente democráticas de seu progresso. Muito dentre eles pertencentes ao número dos que com e denominação de históricos tinham a liga progressista e agora descrentes da sinceridade das convicções de seus artigos companheiro deles se separavam para propugnar pelo estabelecimento de um regime verdadeiro e sinceramente livre. Sem preocupação de formas tradicionais como o reclamava os destinos de uma grande nação...”. (do livro Campos Salles)
Os conceitos de “objetivo e subjetivo”
Pareto começa o seu esforço designando o aspecto objetivo do subjetivo na análise dos fenônimos sociais e principalmente das ações sociais, teria de estar atento aos princípios epistemológicos que marca a proposta de divisão das ciências entre ciências da natureza e da cultura, implícita como vimos nas escolas culturais alemã em Dilthey Windelband. E Rickert. Embora não referia por Pareto em seus textos a distinção por ele entrevista, separando o objetivo do subjetivo é claramente culturalísta.
Essa distinção se apóia como hipótese guia na diferença entre os fenonimos característicos dos dois mundos conceituais- Natureza e Sociedade ao investigador de modo neutro os sociais se apresentam sob dois aspectos.
(a) Aspecto objetivo
(b) Aspecto subjetivo
O primeiro se detém na análise do fato real, como por exemplo, é possível observar objetivamente a existência transocial e trans-histótica de ritual relativo a oração de um determinado Deus transcendente ao mundo da concreção diária mas que seria co-responsável pelo fluxo de acontecer nesse mundo.
Nesses rituais, forte envolvimento psicológico entre os participantes gerando clima próprio exuberante de emoções e de comportamento específicos como genuflexão gestos lentos com as mãos curvatura etc.
Mas há outro aspecto o subjetivo que é a forma com ao a mente humana o representando para os participantes do progresso estudado como para a analistas que ele se debruça em seus esforços de pesquisa. (pg. 41)
(rodapé)
Preferimos estabelecer esta distinção separadamente a categoria geral*fenonimo* da especifica* ação*.
No primeiro caso é importante o tratamento estatístico para aferir, por exemplo, taxas de incrementos demográficos por classe social ou taxas ou tipos de crimes urbanos etc. Seria parte de um de esforço ordenado e a - valorativo, para precisar os tipos de fenonimos sociais categoria neutro, que marcam o ritmo da vida.
No segundo caso o tratamento estatístico é também importante, mas não é nem exclusivo como no primeiro caso nem relevante para captação da verdade social. “Porque teriam os, sob estudo fenonimo de significação como comportamento, valores, político, e conflitos geracionais, que implicam análise de conteúdo.” Dialética do Irracionalismo. Nelson Mello e Souza. Pareto e seu confronto com “Marx”.
Fica, portanto aqui registrada a minha vontade e porque não intenção de pertencer a um partido que tome as rédeas da Nação e fixe como legitimo regime brasileiro, em conquista pacífica como a nosso primeiro Presidente Campos Salles.
Kiko Pardini.
I
- Conceitos de Ciência
Conforme
se viu na aula de método e de metodologia, também aqui serão seguidos a mesma
sistemática. Procurar-se-á dar a definição do conceito de Ciência adotado por alguns especialistas na área de filosofia e de
metodologia, bem como serão vistos como algumas enciclopédias e dicionários
especializados tratam do tema.
O
professor William L. Kolb é o autor
do verbete Ciência do
"Dicionário de Ciências Sociais" e assim define a questão:
"...designa hoje o estudo sistemático e objetivo dos fenômenos empíricos e
o acervo de conhecimentos daí resultante..."[1]. Relaciona assim Ciência com fenômenos empíricos verificáveis, bem como com os
conhecimentos que os cientistas adquirem a partir das suas pesquisas.
O
mesmo termo no "Dicionário de Filosofia" é assim apresentado:
"...é um conhecimento que inclua, em qualquer forma ou medida, uma
garantia da própria validade. Esta garantia pode consistir na demonstração, na
descrição e na corrijibilidade (sujeita a correções no futuro)"[2].
Também aqui há relação explícita na definição que envolve conhecimento, desde
que este possa ser demonstrado, descrito e futuramente corrigido.
O
verbete Ciência da "Enciclopédia
Larousse Cultural", é assim descrito: "...conjunto organizado de
conhecimento relativo a determinada área do saber, caracterizado por
metodologia específica... Conhecimento que se obtém através de leitura, de
estudos; instrução, erudição"[3].
O
professor Ruiz discute a questão da
seguinte forma: "...a palavra Ciência
pode ser assumida em duas acepções: em sentido
amplo, Ciência significa simplesmente conhecimento, como na expressão tomar Ciência disto ou daquilo; em sentido restrito, Ciência não significa
um conhecimento qualquer e sim um conhecimento que não só apreende ou registra
fatos, mas os demonstra pelas suas causas determinantes ou constitutivas"[4].
No
senso comum, falar em ser "científico" geralmente se quer dizer ser
"preciso, correto, objetivo". De certa forma é isso mesmo. As
características gerais do conhecimento científico, passam pelo menos pelas
seguintes aspectos: conhecimento das causas em suas origens e profundidade;
procura obter generalidade em suas conclusões; tem uma finalidade teórica e
prática; possui um objeto formal; possui um método e controle; possui exatidão
e cumpre um aspecto social (Ruiz pág.
124-6).
Ainda
aproveitando as pesquisas do professor Ruiz,
sobre o conceito de Ciência é
possível achar pelo menos as seguintes definições:
a) conhecimento certo do real pelas
suas causas;
b) conjunto orgânico e conclusões
certas e gerais metodicamente demonstradas e relacionadas com objeto
determinado;
c) atividade que se propõe demonstrar a
verdade dos fatos experimentais e suas aplicações práticas;
d) conhecimento sistemático dos
fenômenos da natureza e das leis que o regem, obtido através da investigação,
pelo raciocínio e pela experimentação intensiva;
e) estudo de problemas solúveis,
mediante método científico (ibid.
pág. 127).
Está-se
vendo que de um modo geral, as definições sobre Ciência relacionam, além de conhecimento, outros aspectos que
incluem questões metodológicas, filosóficas, técnicas variadas e alguns
mencionam o aspecto ideológico inclusive (questão das idéias).
Os
professores Barros & Lehfeld,
abordam assim a questão: "...a Ciência
é concebida por alguns estudiosos da questão como um conjunto de conhecimentos,
que se dá através da utilização adequada de métodos rigorosos, capazes de
controlar os fenômenos e fatos estudados. Fixa este conhecimento aos objetos
empíricos, utilizando a observação e a experimentação"[5].
Existem
várias concepções e correntes que definem a Ciência,
segundo ainda Barros & Lehfeld,
são eles:
a) os
positivistas - para esses a Ciência
é uma postura epistemológica (estudo crítico dos princípios, hipóteses e
resultados da Ciência) representada pela maturidade do espírito humano. Seu
grande expoente, Augusto Comte (um
dos precursores da sociologia moderna), defende que para que o homem tivesse os
seus conhecimentos, passou por três estágios básicos: o teológico; o metafísico
e o científico;
b) os
funcionalistas - a Ciência, para
estes, é uma concepção do sistema. Para eles, a Ciência deve analisar o desempenho, os papéis, as posições e as
normas de funcionamento das sociedades. Um dos seus grandes expoentes foi Emile Durkheim, também um dos fundadores
da sociologia como Ciência;
c) estruturalistas
- para esses a Ciência é um
procedimento teleológico (diz-se de argumento, conhecimento ou explicação que
relaciona um fato com a sua causa final) da historicidade e da finalidade a se
atingir;
d) dialética
- é a corrente onde a Ciência é
definida como sendo o ato de se conceber a análise do processo do fenômeno como
uma parte do processo de conhecimento, realizada a partir de uma consciência
crítica (Barros & Lehfeld págs.
61-62).
Para
finalizar esta abordagem destes autores, seu resumo final de Ciência a coloca com as seguintes
características: a) é racional; b) é objetiva; c) baseia-se em fatos; d) é
certa e provável; e) é analítica; f) exige investigação e a utilização de
métodos; g) é verificável; h) agrupa objetos da mesma espécie para o estudo e
i) é comunicável (ibidem pág. 63-64).
Segundo
o professor Ernest Nagel,
"...talvez o traço mais saliente da Ciência seja o que permite o controle
prático da natureza... Creio que a concepção da Ciência como algo que produz,
incessantemente, novos meios de dominar a natureza..."[6].
Para o professor o objetivo da Ciência
"... é 'preservar os fenômenos' -- isto é, apresentar acontecimentos e
processos como especificações de leis e teorias gerais que anunciam padrões
invariáveis de relações das coisas... A Ciência
busca tornar inteligível o mundo; e sempre que o alcança, em alguma área de
investigação, satisfaz o anseio de saber e compreender que é, talvez, o impulso
mais poderoso a levar o homem a empenhar-se em estudos metódicos" (ibidem, pág. 15).
A
Ciência não é infalível, nem seus
pressupostos ou leis estabelecidas em certos momentos históricos são imutáveis.
No entanto, "...embora sejam passíveis de correção as descobertas
científicas, o conteúdo da Ciência
não é fluxo instável de opiniões, mas, ao contrário, a Ciência pode alcançar êxito no seu propósito de fornecer explicações
dignas de confiança, bem fundadas e sistemáticas para numerosos
fenômenos..."(ibidem, pág. 18).
Os
cientistas de um modo geral não são infalíveis. Pelo contrário, são homens
comuns, com a diferença que dedicam suas vidas a estudos que possam contribuir
para melhorar a vida geral da sociedade e tentam explicar fenômenos físicos ou
sociais que a simples observação não consegue explicar. "Nenhum cientista
é infalível e todos apresentam suas peculiares deformações intelectuais e
emocionais. As deformações raramente são as mesmas; e as idéias que sobrevivem
às críticas de numerosos espíritos independentes revelam maior probabilidade de
serem legítimas do que as concepções tidas por válidas simplesmente pelo fato
de parecerem auto-evidente a um pensador isolado..." (ibidem, pág. 20).
As
profícuas conclusões do professor Nagel
são: "...a força básica, geradora da Ciência
é o desejo de obter explanações simultaneamente sistemáticas e controláveis
pela evidência factual. O fim específico da Ciência
é, portanto, a descoberta e a formulação, em termos gerais, das condições sob
as quais ocorrem os diversos tipos de acontecimento, servindo os enunciados
generalizados dessas condições determinantes como explicações dos fatos
correspondentes..." (ibidem,
pág. 23).
As
autoras Lakatos & Marconi, ambas
sociólogas, que se baseiam em Trujillo
Ferrari (ver bibliografia), definem assim a Ciência: "...uma sistematização de conhecimentos, um conjunto
de proposições logicamente correlacionadas sobre comportamento de certos
fenômenos que se deseja estudar. 'A Ciência é todo um conjunto de atitudes e
atividades racionais, dirigidas ao sistemático conhecimento com objeto
limitado, capaz de ser submetido à verificação'"[7].
Para
elas, a Ciência deve possuir:
objetividade (preocupação em distinguir a característica ou as leis gerais que
regem determinados eventos); função (aperfeiçoamento, através do crescente
acervo de conhecimentos) e objeto (material - que se quer estudar e formal - um
enfoque especial) (ibidem pág. 79).
Por
fim, o conceito de Ciência tratado
por Hilton Japiassú: "...por Ciência, no sentido atual do termo, deve
ser considerado o conjunto das aquisições intelectuais, de um lado, das
matemáticas, do outro, das disciplinas de investigação do dado natural e empírico,
fazendo ou não uso das matemáticas, mas tendendo mais ou menos à
matematização..."[8].
[1]
Editora da Fundação Getúlio Vargas & MEC, Rio de Janeiro, 1987, pág.
182-183.
[2]
ABAÑANO, Nicola, Editora Mestre Jou, São Paulo, 1970, pág. 126.
[3]
Editora Circulo do Livro, 1989, Volume 8, pág. 1.414.
[4]
RUIZ, João Álvaro, "Metodologia
Científica - Guia Para Eficiência nos Estudos", São Paulo, Editora
Atlas, pág. 123.
[5]
BARROS, Aidil Jesus Paes de & LEHFELD, Neide Aparecida de Souza, "Fundamentos de Metodologia - Um Guia
para a Iniciação Científica", São Paulo, Editora MacGraw Hill do
Brasil, 1986, pág. 60.
[6]
"Ciência: Natureza e Objetivo",
in "Filosofia da Ciência",
de autoria de Sidney Morgenbesser (Org.), São Paulo, Editora Cultrix &
Edusp, pág. 13-14.
[7]
LAKATOS, Eva Maria & MARCONI, Marina de Andrade, "Fundamentos de Metodologia Científica", São Paulo,
Editora Atlas, 1986, pág. 79.
[8]
Introdução ao Pensamento Epistemológico,
Rio de Janeiro, Editora Francisco Alves, 1975, pág. 15, in Ciência e Tecnologia - Introdução Metodológica e Crítica" de
João Francisco Régis de Morais, São Paulo, Editado pela Cortez & Moraes,
1977, pág. 30.
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