Crônica
Meu céu
O cheiro da maçã me acordou, tão madura. Um papel sedoso azul não conseguia envolve-la, distraído com seu peso, um tilintar internitente me espantou, foi um bond que se aproximou. São Paulo, de tantos barulhos e ternos.O tempo passou e na luz, o trem parou, vamos rumo ao Jabaguara, na Saúde chegamos de metro. Quem me déras, hoje aquela vermelha cor envolvendo um céu do interior, da antiga fruta a mesma cor. Eu me mudei o mundo mudou só eu sou tão o mesmo, que nem mesmo a maçã mudou.
Kiko Pardini.
terça-feira, 14 de outubro de 2008
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